Terapia Piramidal



Desde sempre que as grandes pirâmides do Egipto fascinaram e suscitaram inúmeras teorias acerca da sua construção e finalidade. No entanto, para além desses aspectos, houve quem se começasse a interessar pela possibilidade de utilizar as proporções exactas dessas estruturas piramidais para fins terapêuticos. Para tal, realizaram inúmeras experiências para verificar se essa forma piramidal poderia ser utilizada para beneficiar o desenvolvimento de plantas, melhorar alimentos e ter efeitos benéficos em seres humanos e animais. Em 1983, um médico ortopedista cirurgião cubano, o Dr. Ulises Sosa Salinas começou a fazer ensaios clínicos hospitalares com modelos de pirâmides com as mesmas proporções da pirâmide de Gizé, com enorme sucesso. Desde 1983 tratou tendinites, bursites, passando por fracturas ósseas, hérnias discais, fibromialgia, até mesmo esclerose múltipla, mas depois constatou que outras doenças, para além das do foro reumatológico também tinham melhorias significativas, como asma, enxaquecas crónicas, perturbações digestivas e ginecológicas, com resultados extremamente positivos! Inclusivamente, já foi possível salvar pés com gangrena, evitando que fossem amputados, e apenas com a Terapia Piramidal.

Até 2005, o Dr. Salinas tratou mais de 25.000 casos com sucesso, e por essa razão o Ministério da Saúde de Cuba instituiu a Terapia Piramidal em 80 hospitais e clínicas no país, a 7 de Dezembro desse ano. Uma terapia levada a cabo por médicos da medicina alopática convencional.

Os efeitos terapêuticos da Terapia Piramidal são os seguintes:

• Antireumática
• Relaxante muscular
• Anti-inflamatória
• Anti-bacteriana
• Anti-fúngica
• Antioxidante
• Calmante
• Regeneradora celular

A acção da Terapia Piramidal é levada a cabo através da utilização de pirâmides em alumínio puro, com 50 cm e 80 cm de base quadrangular (efeito antipiramidal), e com uma pirâmide com 2,5 m de base quadrangular (efeito Intrapiramidal). Consoante a zona do corpo a tratar, com o efeito antipiramidal, a pessoa fica deitada na marquesa e a pirâmide, que está apoiada num suporte de madeira que permite colocá-la a várias alturas, para que o chamado núcleo piramidal fique exactamente na área afectada.